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ARS Guitars

Willian Tubarão

Willian Tubarão

Publicado em 23/06/2016

Willian Tubarão toca guitarra desde 1988, quando começou seus primeiros acordes numa igreja cristã.

"Naquela época, a guitarrinha da igreja, modelo Stratosonic, tinha as cordas tão altas que me machucava. E possuía um botão quebrado que quase sempre tirava sangue da minha mão direita durante o culto..."

Tubarão já fez participações/apresentações especiais a convite de: Adhemar de Campos, Asaph Borba, Soraya Moraes, Rhimena Abecia, Kelly Lopes, Jeanne Mascarenhas, Sóstenes Mendes, Pastor Michael McCurttis (U.S.A.), Daniel Souza, além de outros nomes do gospel nacional. Já tocou com as bandas: Reverendo J (1991), banda Mettáfora (1992), banda Cristofixo (1992 a 1994), banda Kraft In Herrn (1994 a 1998), AlphaPraise - Renascer Alphaville (1998 a 2001), Thito Izuno (1999 a 2002), Soraya Moraes (2002), Banda Dose Certa - onde faziam parte Johnny Mazza (irmão do PG, ex-Oficina G3) e Piu Rock, atual vocal do Praise Machine (2000 a 2003), Rhimena Abecia (2003), Johnny Mazza (2003), banda Q.S.E. (Quem São Eles?) (2003), além de participar de grupos e ministérios de louvor desde 1991. Hoje ministra e caminha ao lado do Ministério Castelo Forte ( desde 2003).

Além disso, já dividiu o palco com Oficina G3, Fruto Sagrado, P.G., Bride e WhiteCross, assim como outros grandes nomes do Gospel.

Tubarão conheceu o luthier Adão Ribeiro em 1994, quando solicitou a confecção de uma guitarra Custom na CAST, empresa onde Adão trabalhava antes de montar seu atelier próprio. A guitarra era modelo Ibanez JEM com braço acoplado ao corpo e escala totalmente escalopada, com marcações dente-de-tubarão. Esta guitarra foi confeccionada e pintada na cor prata pelo próprio luthier Adão Ribeiro. Ela foi roubada em S.P. no ano de 1998.

Depois deste período, Willian Tubarão se tornou um grande entusiasta dos instrumentos construídos artesanalmente. Atualmente desenvolve um modelo protótipo de 6 cordas.

Tubarão também desenvolveu desde 1992 as pinturas Multicolor Swirl no quintal de casa, realizando testes em pedaços de madeira.

Mas pedaços de madeira na verdade não eram o ideal: "a tinta tem a tendência de cubrir a superfície porém se esticando. Com isso, a pintura multicolor swirl reage diferentemente em superfícies diferentes. Pintar uma Ibanez é diferente de pintar uma LesPaul. Isso me levou a testar novos padrões em corpos de guitarra verdadeiros, já que os antigos testes falhavam. O processo consistia em pintar o corpo da guitarra e depois lixar tudo. Depois pintar de novo, usando outros processos. Isso se repetiu por mais de 30 vezes!

Tubarão também destaca que seu irmão Lee Andrew (que é artista plástico e designer) foi o grande incentivador no início: "durante muito tempo meu irmão e eu realizávamos vários testes. A pintura não é lá grande segredo, basta utilizar os materiais corretos, proteção, ferramentas adequadas e uma boa proporção na hora da diluição, já que cada cor responde de uma forma diferente e possui densidade diferente.

Mas esbarramos num ponto crucial: o verniz! Com certeza era o ponto mais difícil de lidar. Posso dizer que no mundo dos SWIRLS, 20% do trabalho é a pintura e 80% é o acabamento. Você pode até conseguir fazer um SWIRL em casa, mas não vai conseguir o acabamento perfeito: existem muitas variáveis para que isso se torne possível. Como diria aquele apresentador de TV: NÃO TENTE FAZER ISSO EM CASA!!!

A ajuda de um especialista em pinturas de instrumentos foi imprescindível. Assim, entrei em contato com o luthier Adão Ribeiro em sua oficina.

Adão pôde me aconselhar nos materiais e processos usados nas pinturas, dando novas opiniões e mostrando novas idéias. Na verdade, dez anos depois, comecei a trabalhar de uma forma um pouco diferente da original, seguindo os conselhos do luthier Adão. Assim, começamos quase do zero a desenvolver juntos a pintura que hoje é oferecida aos clientes ARS Guitars".

Tubarão também destaca que seu irmão Lee Andrew (que é artista plástico e designer) foi o grande incentivador no início: "durante muito tempo meu irmão e eu realizávamos vários testes. A pintura não é lá grande segredo, basta utilizar os materiais corretos, proteção, ferramentas adequadas e uma boa proporção na hora da diluição, já que cada cor responde de uma forma diferente e possui densidade diferente.

Mas esbarramos num ponto crucial: o verniz! Com certeza era o ponto mais difícil de lidar. Posso dizer que no mundo dos SWIRLS, 20% do trabalho é a pintura e 80% é o acabamento. Você pode até conseguir fazer um SWIRL em casa, mas não vai conseguir o acabamento perfeito: existem muitas variáveis para que isso se torne possível. Como diria aquele apresentador de TV: NÃO TENTE FAZER ISSO EM CASA!!!

A ajuda de um especialista em pinturas de instrumentos foi imprescindível. Assim, entrei em contato com o luthier Adão Ribeiro em sua oficina.

Adão pôde me aconselhar nos materiais e processos usados nas pinturas, dando novas opiniões e mostrando novas idéias. Na verdade, dez anos depois, comecei a trabalhar de uma forma um pouco diferente da original, seguindo os conselhos do luthier Adão. Assim, começamos quase do zero a desenvolver juntos a pintura que hoje é oferecida aos clientes ARS Guitars".